A melhor escova de dentes não é necessariamente a mais cara. Técnica, frequência e regularidade fazem muito mais diferença para a saúde bucal.
Será que quanto mais cara for a escova de dentes, melhor será a limpeza? Essa é uma dúvida comum, principalmente diante da enorme variedade de modelos disponíveis atualmente.
Existem escovas simples, sofisticadas, elétricas, com sensores de pressão, diferentes modos de escovação e tecnologias que prometem milhares de movimentos por minuto. Mas será que toda essa tecnologia é realmente necessária?
As escovas elétricas podem ser excelentes ferramentas e, para algumas pessoas, oferecem vantagens importantes. Elas podem facilitar a escovação e ajudar quem apresenta dificuldade para realizar determinados movimentos manualmente. Porém, nenhuma tecnologia substitui uma boa técnica de escovação.
Uma pessoa pode comprar a escova mais cara do mercado e, ainda assim, ter uma higiene bucal inadequada se escovar os dentes rapidamente, uma única vez ao dia ou sem alcançar corretamente todas as regiões da boca.
Por outro lado, uma escova convencional, de boa qualidade e com cerdas macias, pode proporcionar uma excelente limpeza quando utilizada corretamente.
Mais importante do que o preço da escova é a maneira como ela é utilizada. É preciso escovar todas as superfícies dos dentes a parte externa, a interna e as áreas de mastigação , além de não esquecer a região próxima à gengiva.
E a escova não trabalha sozinha. O fio dental também é fundamental para remover a placa bacteriana das áreas onde as cerdas não conseguem alcançar.
Por isso, antes de investir em uma escova extremamente sofisticada, vale olhar para a própria rotina. Você escova os dentes pelo menos duas vezes ao dia? Dedica tempo suficiente à escovação? Usa uma técnica adequada? Utiliza fio dental regularmente?
No final das contas, não existe necessariamente uma “escova perfeita”. Existe uma escovação bem feita, realizada com frequência e da maneira correta.
Mais importante do que ter a escova mais cara é saber usar bem a escova que você tem.
Invista no hábito não no valor.
(Com informações do iG)
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