Estudo mostrou, com pausas para movimentação, níveis de fadiga e baixo astral relatados diminuíram, enquanto o bom humor relatado aumentou significativamente
Uma parte dos voluntários recebeu um questionário, diariamente, ao longo das três semanas, para avaliar mudanças na fadiga, humor e desempenho no trabalho. Já uma amostra aleatória de 1200 funcionários, em tempo integral, recebeu cinco formulários por dia para avaliar o impacto imediato das pausas para movimentação.
Menos fadiga
A análise dos resultados da pesquisa mostrou que todas as três frequências de pausas foram classificadas como viáveis, aceitáveis e apropriadas. Os níveis de fadiga e baixo astral relatados diminuíram, enquanto o bom humor relatado aumentou significativamente.
Embora a frequência de 120 minutos tenha demonstrado o maior potencial de implementação, foi a menos eficaz, e embora a frequência de 30 minutos tenha produzido as melhorias mais significativas em termos de fadiga e humor, obteve baixa pontuação em viabilidade e adesão, explicam os pesquisadores.
"A preocupação de que as pausas para movimentação possam prejudicar a produtividade no trabalho tem sido documentada como uma barreira percebida à implementação e adoção. No entanto, nossas descobertas contradizem essa percepção", afirmam os pesquisadores.
Segundo os autores, o estudo em larga escala demonstra que as pausas para movimentação são implementáveis e eficazes, "corroborando seu potencial como estratégia de saúde pública e fornecendo novas informações sobre dosagens viáveis e eficazes para implementação no mundo real, que podem ser integradas às diretrizes existentes e testadas em ensaios futuros".
(Com informações do Correio Braziliense)
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