Outra recomendação da especialista tem a ver com o uso da tecnologia. A professora diz que, em cada pausa, os profissionais se “desligavam” completamente da tecnologia. No lugar, eles se permitiam relaxar e descansar. “Se afastavam do computador, não respondiam e-mails e não checavam o celular”, completa.
Outra estratégia é escolher a emoção na qual deseja se concentrar: “Digamos que você tenha um novo projeto que não está com vontade de começar porque é difícil, ou talvez sinta aversão por uma tarefa em particular. Em vez de focar nessa emoção negativa, de repulsa, frustração ou talvez estresse, escolha se concentrar em outras emoções que ter sucesso, de aprender algo novo ou de expandir seus horizontes”.
“A verdade é que em determinado momento, todos temos um panorama interior repleto de emoções, e podemos escolher em qual delas queremos focar. Fazer isso não só facilita o engajamento com o trabalho, como também torna o próprio trabalho mais significativo”, salienta Remes.
Por fim, a especialista recomendou buscar ajuda quando necessário. “Se em algum momento você estiver com dificuldades e sentir que precisa de mais apoio, não hesite em pedir ajuda. Os tutores e supervisores da universidade estão aqui para isso”, instrui.
(Com informações do R7)
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