Tops em cores neon, dourado, prata, bem como as hot pants - shortinhos de cintura alta que lembram a parte de baixo de um biquíni - tomam conta dos paredões e manequins
O mosaico de roupas que se forma nos galpões ao redor da Catedral de Fortaleza, no Centro da cidade, ganha cada vez mais cor ao passo que se aproxima uma das datas comemorativas mais importantes para a economia brasileira: o Carnaval.
Tops em cores neon, dourado, prata, bem como as hot pants - shortinhos de cintura alta que lembram a parte de baixo de um biquíni - tomam conta dos paredões e manequins, além de muitas peças de fitilhos metalizados, lantejoulas e maiôs temáticos para a composição de fantasias: tudo por um preço menor do que encontraríamos em lojas tradicionais, de fato.
A assistente administrativa Lívia Barreto comprova. No galpão Buraco da Gia, comprou um conjunto metalizado de saia e top para um bloquinho de Carnaval. O conjunto saiu a R$ 30. Questionada sobre qual seria o seu orçamento para o dia de compras, ela disse prontamente que era o “menor orçamento possível” para curtir gastando pouco. “Mas estou atrás de comprar mais coisa”, diz.
Lorena Pereira, bancária, acompanhava a amiga Lívia e comprou uma saia e um top idênticos ao da amiga para a mesma festa. “Falta só a bolsinha para o look ficar completo”, brinca.
E, de fato, a depender do gosto, uma breve caminhada pelos galpões permite montar um look completo - com bolsa - por até R$ 100 para cair na folia. Na Rua I do Buraco da Gia, as pochetes saem a partir de R$ 15. Assim, com R$ 45, é possível comprar o conjunto e uma pochete.
Considerando um orçamento de R$ 100, ficam livres R$ 55 para gastar com o que falta para incrementar a indumentária: acessórios e um calçado. Próximo ao local onde são vendidas as pochetes, as sandálias rasteiras para vários gostos custam a partir de R$ 35.
Looks com R$ 100
Pochete: R$ 15
Conjunto de roupa: R$ 45
Acessórios e calçado: R$ 55
ACESSÓRIOS A PARTIR DE R$ 5
O look com rasteira, pochete e roupa soma R$ 80. Ainda sobram R$ 20 para os acessórios. Perto dali, é possível levar um brinco ou máscara para arrematar a fantasia por cerca de R$ 5 (caso a consumidora leve um brinco). Também há máscaras de Carnaval por R$ 8 e outros acessórios, como tiaras, por menos de R$ 10.
A loja em que é possível encontrar os acessórios é da empresária Sol Lima, que reformula a mercadoria para a chegada do Carnaval todos os anos. Nessa época, cerca de 50% dos produtos são relacionados ao período festivo. Em uma de suas cinco lojas, na Governador Sampaio, rua lateral ao Buraco da Gia, o movimento era intenso no último dia de janeiro.
“A gente se prepara muito para o Carnaval. Nós trabalhamos no fim de ano com as peças de festa e, no último dia do ano, já deixamos a loja toda colorida para quando voltarmos do recesso do início de janeiro. Assim, quando voltamos, a loja já está pronta para as pessoas comprarem as peças para o Carnaval”, conta Sol, destacando o foco do negócio no atacado.
(Com informações do Diário do Nordeste)
#Artigo_Semanal_em_29_01_2024
HOSPITAL DA MULHER, QUE A PROPOSTA ERA SER REFERÊNCIA NA RMF, MÃES E FAMILIARES DENUNCIAM SOFRIMENTO POR CONTA DO MAU ATENDIMENTO E MUITA PROPAGANDA ENGANOSA
Uma maternidade tem que ser muito humanizada. Os profissionais têm que atenderem da melhor forma possível. Para as gestantes jamais se sentirem mal-tratadas, no momento tão especial que é passar por um parto e seu filho ou sua filha vim ao mundo, evitando sofrimento, óbitos, aborrecimentos e uma eventual depressão pós-parto. É inaceitável que os profissionais de saúde sejam mal humorados, que a infraestrutura da Unidade de Saúde deixe muito a desejar. Principalmente em uma das cidades que mais arrecadam no Estado, por exemplo Maracanaú. Pois dar para se destacar na saúde pública, basta fazer de tudo para ter excelentes profissionais e estrutura digna da riqueza da cidade. E jamais, no hospital o atendimento ser um horror para parte considerável das gestantes que precisam ser acolhidas devidamente. Caso contrário pode ser um grande trauma para as mãezinhas, deixando sequelas por tempo indeterminado. É DEPLORÁVEL QUE AS GESTANTES FIQUEM MUITO TEMPO SEM A ATENÇÃO, SEJA DE ACOMPANHANTES OU PROFISSIONAIS DA UNIDADE DE SAÚDE E MÃES SAIAM DO HOSPITAL SEM TER O PARTO E TEM BEBÊ EM OUTRO LUGAR POUCO TEMPO DEPOIS. A gestante passar por isso porque profissionais, talvez insatisfeitos não trabalham direito e/oi não tem as condições necessárias para atender devidamente. Que não há uma fiscalização para em detectando esses problemas buscar resolver o mais rápido possível, isso há muito tempo, pois dar para perceber que há muito tempo o descaso é cotidiano no Hospital da Mulher em Maracanaú, e parece ser necessário a troca de grupo político, pois já faz quase duas décadas que Maracanaú não se desenvolveu como deveria na saúde pública. MOVIMENTO ELEITOR PARTICIPATIVO (EL-PARTICIPO) traz Um Novo Olhar para Maracanaú, EMPODERANDO quem contratou, no pleito eleitoral, funcionários políticos.





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