Apesar de ser um serviço útil para a população brasileira, muitas famílias ainda não têm acesso ao Cadastro Único ou têm dúvidas sobre como funciona.
Com o lema “Conhecer para construir”, desde 2001, o Cadastro Único é um mecanismo utilizado pelo governo federal para mapear as famílias em situação de pobreza ou de baixa renda no Brasil, além de possibilitar que a população tenha acesso a benefícios sociais como o Bolsa Família e descontos na conta de luz.
O Cadastro Único é focado, principalmente, em famílias que vivem com renda mensal de até meio salário mínimo. E atualmente conta com mais de 30 milhões de famílias cadastradas, o que prova que o programa ainda tem muita relevância para reverter a desigualdade no país.
Só para ter ideia, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de brasileiros pobres é de 31,6% da população, enquanto a proporção de pessoas em extrema pobreza chega a 5,9%.
Contudo, apesar de ser um serviço útil para a população brasileira, muitas famílias ainda não têm acesso ao Cadastro Único ou têm dúvidas sobre como funciona. Diante desse cenário, o Metrópoles separou as dúvidas mais frequentes sobre o programa.
Principais dúvidas sobre o Cadastro Único
Como fazer o cadastro?
Para fazer o cadastro, o responsável pela família precisa ir pessoalmente até o posto de atendimento da cidade onde a família reside, levando os documentos de todas as pessoas que moram na mesma casa e um comprovante de residência. Cada pessoa deve estar cadastrada com a própria família.
É por meio das informações que estão no Cadastro Único que o governo avalia em qual programa social a família precisa estar inserida.
Existe renda máxima para ter acesso ao Cadastro Único?
As famílias que vivem com renda mensal de até R$ 660 podem e devem ser cadastradas. Porém, famílias com renda acima desse valor podem ser cadastradas para participar de outros programas ou serviços específicos.
Para saber se a sua família tem direito a esses benefícios sociais, é preciso fazer um cálculo simples: a soma da renda de todas as pessoas que moram na casa dividida pelo número de pessoas que moram com você. O resultado precisa dar até R$ 660.
Além disso, o cadastramento leva em conta se as famílias fazem parte de povos e comunidades tradicionais ou de grupos específicos. Entre eles, indígenas, quilombolas, ribeirinhos e população em situação de rua.
(Com informações do Metrópoles)
#ARTIGO_SEMANAL_EM_08_01_2024
NO JANEIRO BRANCO POPULAÇÃO MARACANAUENSE DENUNCIA O ABANDONO DE QUEM PRECISA DE TRATAMENTO EM SAÚDE MENTAL E CRITICA A PREFEITURA POR FAZER PROPAGANDA DE UM JEITO COMO SE TIVESSE TUDO NORMAL
Se não bastasse o grande sofrimento, por conta da falta de uma boa gestão na área da saúde, uma gestão municipal que usa suas redes sociais para postar que estar tudo bem, maltrata mais ainda a população que estar adoecida e seus familiares que sofrem juntos. Para alertar sobre a importância do cuidado com a saúde mental, a campanha Janeiro Branco foi criada e regulamentada no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, em 2014, a campanha foi idealizada pelo psicólogo e palestrante Leonardo Abrahão. Em Maracanaú, a população estar revoltada com a Prefeitura, que além desta não cuidar direito de quem precisa de tratamento psicológico, falta medicamentos também. Na rede social da Prefeitura, a população que comentou uma postagem sobre Janeiro Branco foi unânime em denunciar a falta de psicólogos e medicamentos. Muita gente demora até anos para conseguir uma consulta. Que sempre faltam medicamentos para quem toma de forma controlada. Que os poucos médicos/as que existem, uma hora dessas terminam um contrato e para vim outro/a médico/a demora muito. Enfim, nesse Janeiro Branco a população que faz tratamento em saúde mental só tem é pedir socorro e reivindicar que a gestão municipal tenha a empatia suficiente para não fazer vista grossa para uma das doenças que mais afeta a população no pós pandemia. Que basta a gestão municipal se atualizar e focar em saúde mental para transformar Maracanaú em uma das cidades que priorizou cuidar muito de quem estar com doenças mentais. QUE SE FOR NECESSÁRIO PEGUE UMA PARTE DAS CENTENAS DE R$ MILHÕES ADQUIRIDAS POR EMPRÉSTIMO PARA FAZER OBRAS FARAÔNICAS. Pois é! É deplorável isso. A população maracanauense cada vez mais doente por conta do caos na saúde pública municipal e mortes com frequência por causa disso, e o grupo político que estar há quase 20 anos no poder tem a cara de pau de torrar R$ Dezenas de Milhões em Avenidas e espaço para eventos que é luxo demais a custa da desgraça dos outros. Esse grupo político ainda fica fazendo hora com a cara da população a cada campanha mensal: de acordo com uma cor e um tipo de doença. Por isso que só aumenta a atitude da população maracanauense de vivenciar um novo ciclo que tenha um novo comando na Prefeitura o que pode ser concretizado daqui a 10 meses. Percebe-se que só assim a saúde pública de Maracanaú seja da forma que a população pode ter, de acordo com a grande arrecadação do município. MOVIMENTO ELEITOR PARTICIPATIVO (EL-PARTICIPO) traz Um Novo Olhar para Maracanaú, EMPODERANDO quem contratou, no pleito eleitoral, funcionários políticos.

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