Em 2023, 25% dos jovens entre 18 e 24 anos permaneceram dentro de uma empresa por menos de 3 meses. É um dado muito agravante sobre rotatividade
A quantidade de vagas de trabalho em 2022 foi superior ao número de vagas em 2023, segundo o banco de dados da Infojobs. No último ano foram 641.502 vagas, frente 852.444 vagas em 2022.
A diferença foi pequena considerando a média mensal de vagas de emprego, segundo Monize Oliveira, head de comunicação e marketing do Infojobs, que informa que o boom de vagas de 2022 foi em decorrência da pandemia.
“Relacionamos o resultado de 2022 com o período pós-pandemia, o que gerou um incentivou muito grande por parte das empresas em criar vagas. De qualquer forma tivemos um número alto em 2023 também, mas esse número não tem relação apenas com as novas contratações, ao problema de rotatividade volta a impactar as empresas. Por isso estamos acompanhando diversos fenômenos, como quiet quitting e grumpy staying.”
Segundo o Ministério do Trabalho e Previdência, em 2023 25% dos jovens entre 18 e 24 anos permaneceram dentro de uma empresa por menos de 3 meses. “É um dado muito agravante sobre rotatividade, por isso que essas empresas mantiveram a quantidade média de vagas abertas em 2022 para 2023. E 2024 esperamos o mesmo ritmo, com uma porcentagem um pouco maior com esse agravante da rotatividade”, diz Oliveira.
O que esperar das empresas em 2024?
Em 2024 a expectativa também é uma mudança de comportamento nas empresas, segundo a head de marketing, para que assim possam enfrentar esse desafio de rotatividade.
“As empresas precisam se adaptar às novas exigências dos funcionários, como flexibilidade no horário, e recrutar de forma mais rápida e assertiva, para driblar a rotatividade em 2024. E a tecnologia pode ser uma grande aliada neste ano - passamos por uma transformação tecnológica em que as empresas estão atingindo uma maturidade digital e precisamos usar esse conhecimento para melhorar processos, inclusive o de recrutamento.”
Quais áreas devem ofertar mais emprego em 2024?
A região Sudeste e Sul novamente apresentaram o maior número de vagas de emprego em 2023, com destaque para São Paulo, Rio Grande do Sul e Minas Gerais.
Os estados com mais vagas de trabalho?
São Paulo: 66.371 (58,5%)
Rio Grande do Sul: 9.755 (8,6%)
Minas Gerais: 7.332 (6,5%)
Rio de Janeiro: 6.065 (5,3%)
Paraná 324: (5,6%)
Santa Catarina: 4.339 (3,8%)
Goiás: 1.828 (1,6%)
Ceará: 1.447 (1,3%)
Bahia: 1.325 (1,2%)
Espírito Santo: 1.447 (1,3%)
Entre as áreas que mais tiveram oportunidades de emprego, estão:
Comercial, Vendas: 45.052 vagas (39,3%)
Alimentação / Gastronomia: 7.759 vagas (6,8%)
Logística: 7.423 vagas (6,5%)
Administração: 7.092 vagas (6,2%)
Construção, Manutenção: 5.676 vagas (4,9%)
Industrial, Produção, Fábrica: 5.096 vagas (4,4%)
Serviços Gerais: 663 vagas (4,1%)
Telemarketing: 4.162 vagas (3,6%)
Informática, TI, Telecomunicações: 587 vagas (3,1%)
Contábil, Finanças, Economia: 3.509 vagas (3,1%)
Saúde: 2.874 vagas (2,5%)
Engenharia: 2.100 vagas (1,8%)
Transportes: 2.060 vagas (1,8%)
Recursos Humanos: 1.998 vagas (1,7%)
Segurança: 1.979 vagas (1,7%)
Marketing: 1.933 vagas (1,7%)
Educação, Ensino, Idiomas: 1.503 vagas (1,3%)
Estética : 958 vagas (0,8%)
Compras: 741 vagas (0,6%)
Jurídica: 700 vagas (0,6%)
Hotelaria, Turismo: 535 vagas (0,5%)
Qualidade: 505 vagas (0,4%)
Moda: 424 vagas (0,4%)
“As 6 primeiras áreas deste ranking, possuem alta demanda de mão de obra e acreditamos que esse ritmo vai se manter ainda este ano, afinal são empregos que exigem níveis operacionais, o que agrava ainda mais o problema de rotatividade”, diz Oliveira.
De acordo com as movimentações do mercado, Oliveira também destaca mais duas áreas em 2024: tecnologia da informação e saúde e bem-estar.
“TI já está a algum tempo em destaque e vai continuar, porque além de surgirem novas tecnologias, essas tecnologias se aprimoram. Isso significa que a escassez de talentos grave que temos hoje nesta área com certeza irá crescer neste ano.”
“As pessoas também estão buscando cada vez mais o bem-estar. Um dado da Robert Half mostra que 49% das pessoas buscam melhorar a qualidade de vida junto com a rotina do trabalho. Com isso, profissões conectadas com o cuidado à saúde e bem-estar estarão em alta neste ano, porque terão muita demanda da população que viu que possível unir qualidade de vida com o trabalho”, afirma Oliveira.
(Com informações do Exame.com)
#ARTIGO_SEMANAL_EM_08_01_2024
NO JANEIRO BRANCO POPULAÇÃO MARACANAUENSE DENUNCIA O ABANDONO DE QUEM PRECISA DE TRATAMENTO EM SAÚDE MENTAL E CRITICA A PREFEITURA POR FAZER PROPAGANDA DE UM JEITO COMO SE TIVESSE TUDO NORMAL
Se não bastasse o grande sofrimento, por conta da falta de uma boa gestão na área da saúde, uma gestão municipal que usa suas redes sociais para postar que estar tudo bem, maltrata mais ainda a população que estar adoecida e seus familiares que sofrem juntos. Para alertar sobre a importância do cuidado com a saúde mental, a campanha Janeiro Branco foi criada e regulamentada no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, em 2014, a campanha foi idealizada pelo psicólogo e palestrante Leonardo Abrahão. Em Maracanaú, a população estar revoltada com a Prefeitura, que além desta não cuidar direito de quem precisa de tratamento psicológico, falta medicamentos também. Na rede social da Prefeitura, a população que comentou uma postagem sobre Janeiro Branco foi unânime em denunciar a falta de psicólogos e medicamentos. Muita gente demora até anos para conseguir uma consulta. Que sempre faltam medicamentos para quem toma de forma controlada. Que os poucos médicos/as que existem, uma hora dessas terminam um contrato e para vim outro/a médico/a demora muito. Enfim, nesse Janeiro Branco a população que faz tratamento em saúde mental só tem é pedir socorro e reivindicar que a gestão municipal tenha a empatia suficiente para não fazer vista grossa para uma das doenças que mais afeta a população no pós pandemia. Que basta a gestão municipal se atualizar e focar em saúde mental para transformar Maracanaú em uma das cidades que priorizou cuidar muito de quem estar com doenças mentais. QUE SE FOR NECESSÁRIO PEGUE UMA PARTE DAS CENTENAS DE R$ MILHÕES ADQUIRIDAS POR EMPRÉSTIMO PARA FAZER OBRAS FARAÔNICAS. Pois é! É deplorável isso. A população maracanauense cada vez mais doente por conta do caos na saúde pública municipal e mortes com frequência por causa disso, e o grupo político que estar há quase 20 anos no poder tem a cara de pau de torrar R$ Dezenas de Milhões em Avenidas e espaço para eventos que é luxo demais a custa da desgraça dos outros. Esse grupo político ainda fica fazendo hora com a cara da população a cada campanha mensal: de acordo com uma cor e um tipo de doença. Por isso que só aumenta a atitude da população maracanauense de vivenciar um novo ciclo que tenha um novo comando na Prefeitura o que pode ser concretizado daqui a 10 meses. Percebe-se que só assim a saúde pública de Maracanaú seja da forma que a população pode ter, de acordo com a grande arrecadação do município. MOVIMENTO ELEITOR PARTICIPATIVO (EL-PARTICIPO) traz Um Novo Olhar para Maracanaú, EMPODERANDO quem contratou, no pleito eleitoral, funcionários políticos.

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